Monthly Archives: abril 2018

Processos – Estágios de Maturidade

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3 Círculos: Família / Propriedade / Negócio

 

Toda empresa que se encontra hoje em estágio avançado de maturidade profissional, em algum momento, discutiu e definiu as regras de Governança dos Três Círculos.

Aparentemente, estabelecer regras na empresa a respeito de NEGÓCIO, FAMÍLIA e PROPRIEDADE parece ser simples, mas é mais complexo do que se imagina.

Quem não conhece algum empresário que faz uma confusão generalizada nestes assuntos, onde na empresa ele atua com comportamento emocional de “pai/mãe”, na família tem atitudes de um Diretor e facilmente mistura o caixa pessoal com o caixa da empresa?

Acredito que, infelizmente, há grande chance de você ter lembrado de alguém com estas características.

Observe o gráfico abaixo:


Imagine que, para os profissionais que se encontram na áreas amarela, vermelha e azul do modelo de Três Círculos, já é difícil de estabelecer regras de forma profissional.

Portanto, nas demais cores do Círculo (que representam sócios quotistas, herdeiros, sucessores e gestores) os desafios são ainda maiores e requerem um altíssimo grau de maturidade e resiliência.

Por isto, a implementação das boas práticas de Governança Corporativa, estabelecendo regras de gestão alicerçadas nos pilares de Transparência, Prestação de Contas, Equidade e Governança Corporativa é um aliado forte no processo de estabelecimento de regras em relação à Propriedade e Negócio e à preservação dos valores da Família.

 

 

Moacir Vieira dos Santos – Sócio  Fundador do Grupo Value

Value: consultoria empresarial e oportunidades de negócios

+55 (43) 3321-7820

grupovalue@grupovalue.com.br

Acordo de Acionista

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Você tem Sociedade?

Tem um Acordo de Acionista?

 

Se sua resposta para a pergunta acima for SIM e NÃO respectivamente, há um grande risco do seu negócio estar sendo construído em areia, ou seja, está vulnerável e exposto a risco de perdas.

Explicando melhor, uma sociedade formal, em via de regra, está amparada pelas cláusulas do Art. 997 do Código Civil – Lei 10406/02, o que funciona muito bem, enquanto a empresa está bem, os sócios se entendem e há um clima de harmonia entre eles, sem grandes sobressaltos.

O problema é que não há estabilidade plena. Em algum momento, o chão vai tremer e a instabilidade pode vir de várias formas, como:

  • grave crise financeira;

  • desentendimentos inconciliáveis entre sócios;

  • passagem de bastão para novas gerações;

  • pedido de saída na sociedade;

  • doença grave ou morte de um sócio.

E aí, nesses casos, será que um Contrato Social “padrão” abrange e resolve estas e outras questões levantadas?

Muito provavelmente não irá atender.

Caso contrário, não haveria tantos empresários buscando orientação para como proceder em situações societárias nunca imaginadas.

Nestas horas, que percebe-se a falta de um acordo de acionista celebrado entre as partes de forma profissional protegendo a empresa e estabelecendo regras societárias embasadas em boas práticas de gestão.

Por isto recomenda-se que seja feito um Acordo de Acionista que contemple regras de Governança, Patrimônio e Sucessão e que preferencialmente seja elaborado com apoio de um mediador externo e especialista no tema.

Outra sugestão é que o Acordo de Acionista seja elaborado no tempo certo, porque é quase impossível tratar amigavelmente dos temas quando o chão estiver tremendo ou em tempos de guerra.

Pense a respeito, e procure o quanto antes, responder SIM e SIM para as duas perguntas do título deste artigo.

 

Sucessos e Paz!

 

Moacir Vieira dos Santos – Sócio  Fundador do Grupo Value

Value: consultoria empresarial e oportunidades de negócios

+55 (43) 3321-7820

grupovalue@grupovalue.com.br

 

Diferenças entre Governança e Gestão

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Uma empresa que busca um alto nível de profissionalização deve ter clareza sobre as diferenças das responsabilidade das áreas de Governança e Gestão.

O profissionais que integram o time de Governança precisam ter uma visão sistêmica da empresa, do ambiente externo do mercado e um entendimento profundo do setor de atuação da companhia.

Quanto ao time de Gestão, é necessário que estes concentrem o foco na operação da empresa, no ambiente interno, possibilitando identificar os gargalos e corrigi-los tornando-se um executor eficiente das ações definidas através de um planejamento participativo, definido com a Governança.

É um risco deixar que estes papéis se misturem ou que não estejam claros para todos. O time de Governança não deve ser envolver diretamente na Gestão, pois existe a possibilidade que acarretar numa falta de visão estratégica e foco no curto prazo.

E se os executivos assumirem o papel de ficar a frente da Governança, perde-se a riqueza de ter um conselho com visão macro, imparcial e de longo prazo.

Por isto, a sinergia entre Gestão e Governança, com perceptibilidade sobre os papéis e responsabilidades de cada área, faz com que uma empresa tenha eficiência na execução das ações estratégicas e uma visão de perenidade do negócio.

Moacir Vieira dos Santos – Sócio  Fundador do Grupo Value

Value: consultoria empresarial e oportunidades de negócios

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