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Processos – Estágios de Maturidade

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3 Círculos: Família / Propriedade / Negócio

 

Toda empresa que se encontra hoje em estágio avançado de maturidade profissional, em algum momento, discutiu e definiu as regras de Governança dos Três Círculos.

Aparentemente, estabelecer regras na empresa a respeito de NEGÓCIO, FAMÍLIA e PROPRIEDADE parece ser simples, mas é mais complexo do que se imagina.

Quem não conhece algum empresário que faz uma confusão generalizada nestes assuntos, onde na empresa ele atua com comportamento emocional de “pai/mãe”, na família tem atitudes de um Diretor e facilmente mistura o caixa pessoal com o caixa da empresa?

Acredito que, infelizmente, há grande chance de você ter lembrado de alguém com estas características.

Observe o gráfico abaixo:


Imagine que, para os profissionais que se encontram na áreas amarela, vermelha e azul do modelo de Três Círculos, já é difícil de estabelecer regras de forma profissional.

Portanto, nas demais cores do Círculo (que representam sócios quotistas, herdeiros, sucessores e gestores) os desafios são ainda maiores e requerem um altíssimo grau de maturidade e resiliência.

Por isto, a implementação das boas práticas de Governança Corporativa, estabelecendo regras de gestão alicerçadas nos pilares de Transparência, Prestação de Contas, Equidade e Governança Corporativa é um aliado forte no processo de estabelecimento de regras em relação à Propriedade e Negócio e à preservação dos valores da Família.

 

 

Moacir Vieira dos Santos – Sócio  Fundador do Grupo Value

Value: consultoria empresarial e oportunidades de negócios

+55 (43) 3321-7820

grupovalue@grupovalue.com.br

Acordo de Acionista

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Você tem Sociedade?

Tem um Acordo de Acionista?

 

Se sua resposta para a pergunta acima for SIM e NÃO respectivamente, há um grande risco do seu negócio estar sendo construído em areia, ou seja, está vulnerável e exposto a risco de perdas.

Explicando melhor, uma sociedade formal, em via de regra, está amparada pelas cláusulas do Art. 997 do Código Civil – Lei 10406/02, o que funciona muito bem, enquanto a empresa está bem, os sócios se entendem e há um clima de harmonia entre eles, sem grandes sobressaltos.

O problema é que não há estabilidade plena. Em algum momento, o chão vai tremer e a instabilidade pode vir de várias formas, como:

  • grave crise financeira;

  • desentendimentos inconciliáveis entre sócios;

  • passagem de bastão para novas gerações;

  • pedido de saída na sociedade;

  • doença grave ou morte de um sócio.

E aí, nesses casos, será que um Contrato Social “padrão” abrange e resolve estas e outras questões levantadas?

Muito provavelmente não irá atender.

Caso contrário, não haveria tantos empresários buscando orientação para como proceder em situações societárias nunca imaginadas.

Nestas horas, que percebe-se a falta de um acordo de acionista celebrado entre as partes de forma profissional protegendo a empresa e estabelecendo regras societárias embasadas em boas práticas de gestão.

Por isto recomenda-se que seja feito um Acordo de Acionista que contemple regras de Governança, Patrimônio e Sucessão e que preferencialmente seja elaborado com apoio de um mediador externo e especialista no tema.

Outra sugestão é que o Acordo de Acionista seja elaborado no tempo certo, porque é quase impossível tratar amigavelmente dos temas quando o chão estiver tremendo ou em tempos de guerra.

Pense a respeito, e procure o quanto antes, responder SIM e SIM para as duas perguntas do título deste artigo.

 

Sucessos e Paz!

 

Moacir Vieira dos Santos – Sócio  Fundador do Grupo Value

Value: consultoria empresarial e oportunidades de negócios

+55 (43) 3321-7820

grupovalue@grupovalue.com.br

 

Diferenças entre Governança e Gestão

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Uma empresa que busca um alto nível de profissionalização deve ter clareza sobre as diferenças das responsabilidade das áreas de Governança e Gestão.

O profissionais que integram o time de Governança precisam ter uma visão sistêmica da empresa, do ambiente externo do mercado e um entendimento profundo do setor de atuação da companhia.

Quanto ao time de Gestão, é necessário que estes concentrem o foco na operação da empresa, no ambiente interno, possibilitando identificar os gargalos e corrigi-los tornando-se um executor eficiente das ações definidas através de um planejamento participativo, definido com a Governança.

É um risco deixar que estes papéis se misturem ou que não estejam claros para todos. O time de Governança não deve ser envolver diretamente na Gestão, pois existe a possibilidade que acarretar numa falta de visão estratégica e foco no curto prazo.

E se os executivos assumirem o papel de ficar a frente da Governança, perde-se a riqueza de ter um conselho com visão macro, imparcial e de longo prazo.

Por isto, a sinergia entre Gestão e Governança, com perceptibilidade sobre os papéis e responsabilidades de cada área, faz com que uma empresa tenha eficiência na execução das ações estratégicas e uma visão de perenidade do negócio.

Moacir Vieira dos Santos – Sócio  Fundador do Grupo Value

Value: consultoria empresarial e oportunidades de negócios

+55 (43) 3321-7820

grupovalue@grupovalue.com.br

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Porque a implantação de um programa de Compliance é importante para a sua empresa

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Situações envolvendo corrupção, fraudes, demonstrações financeiras adulteradas e conduta inapropriada de colaboradores podem acarretar em significativas perdas financeiras e de reputação, entre outras consequências indesejadas às empresas.

Compliance, palavra em inglês originária do verbo to comply, significa, grosso modo, “conformidade”. Levando este significado ao ambiente empresarial ou governamental, o conceito é criar processos robustos para agir em conformidade com determinadas regras, normas ou preceitos e no cumprimento estrito das leis.

Neste sentido, a implantação de um programa de Compliance torna-se uma ferramenta essencial para aperfeiçoar operações e fortalecer as boas práticas com o objetivo de proteger as empresas.

Com as ferramentas de Compliance é possível detectar possíveis falhas nos processos, evitar, corrigir e prevenir os riscos operacionais, fraudes e demais condições de não conformidade com as normas e regulamentos internos ou externos que regem as atividades da organização.

Sob esta perspectiva, ter o apoio de especialistas para a implantação dos processos de gerenciamento de riscos e de conformidade, que se adapte à sua organização e que garanta o cumprimento de todas as exigências, faz toda a diferença para que o seu tempo seja otimizado e o seu foco esteja direcionado para o que realmente importa, o negócio da sua empresa.

O Grupo Value conta com especialistas preparados para implementar um programa de Compliance eficaz. Nossa equipe está treinada e capacitada para assessorar sua empresa a se fortalecer e superar todos os desafios.

 

Gabriela Piccinato

Consultora

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Auditoria: mantenha em dia as informações contábeis e financeiras de sua empresa

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Em um cenário nacional com inúmeras fraudes sendo apuradas nos últimos anos em grandes empresas públicas, empreiteiras e bancos, surge o questionamento: você saberia afirmar se as informações contábeis e financeiras da sua empresa estão corretas?

Com o crescimento das empresas, a expansão da produção e a sofisticação dos mercados, aumenta-se proporcionalmente a exigência quanto a administração dos negócios e a confiabilidade das informações financeiras e contábeis.

Neste contexto de dúvida com a veracidade das informações, cumprimento de determinações legais perante o fisco, confiabilidade da aplicação e retorno do capital investido despontam-se os serviços de Auditoria que englobam:

 

  • Auditoria das Demonstrações Financeiras – Auditoria Externa;

  • Fortalecimento dos Controles Internos e Gerenciamento de Riscos – Auditoria Interna;

  • Due Dilligence de Fusões e Aquisições;

  • Auditoria Financeira;

  • Adequação às normas contábeis BRGAAP e IFRS;

  • Avaliação Tributária e Societária.

 

A Value oferece estes serviços a seus clientes, permitindo aos empresários, investidores e demais stakeholders, um aumento da confiabilidade e segurança das informações financeiras e contábeis, proporcionando o cumprimento do objeto social da sua empresa, e alcance dos seus objetivos com prosperidade e sustentabilidade.

 

 

Renan Branco Lara

Consultor

 

 

 

 

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A Inteligência Empresarial

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Empreender é estar em constante busca por desenvolvimento e melhoria contínua. Aliar-se à tecnologia é uma solução que pode ajudar a alavancar os resultados do seu negócio. O Business Inteligence (BI), ou Inteligência de
Negócios, tem permitido as empresas um novo olhar e novas práticas com relação a gestão e a tomada de decisões.

E o que significa na prática? Muito mais do que uma expressão do mundo corporativo, o BI representa uma solução para o tratamento e a utilização de grande quantidade de informações com as quais algumas empresas precisam
lidar. Refere-se ao processo de: coleta; organização; análise; compartilhamento e monitoramento de informações que servem de base para o planejamento empresarial.

Mas como implantar um projeto de BI?

1º Conscientização e Mobilização dos envolvidos
2º Definição dos Objetivos
3º Viabilidade das Informações
4º Implementar a Ferramenta
5º Retroação

Investir em Inteligência de Negócios é trazer maior efetividade e embasamento para as suas informações. É uma ferramenta que acrescenta agilidade à análise de dados e possibilita que o empreendedor conheça melhor os seus processos.

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Orçamento Federal x Orçamento Empresarial: O que elas têm em comum?

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Foi aprovado no mês de Julho a LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias – lei que orienta todo o planejamento anual do governo. É a partir dela que todos os órgãos do governo movimentam as despesas e receitas de cada ano. Nada pode ser feito paralelamente senão por lei complementar ou decreto.

Deixando a parte política de lado, cabe ressaltar que a lei é um bom exemplo de planejamento e que deve ser seguido pelas empresas, pois orçamento é fundamental para o planejamento e organização, ligado à sobrevivência de qualquer empresa, independentemente do segmento.

Não só seguir o exemplo, mas também enxergar que o planejamento do governo é essencial para as empresas. É muito provável que se as tivessem observado a LDO de 2014, muitas empresas não teriam ficado pelo caminho.

Segue aqui algumas dicas de um bom orçamento financeiro:

  • Tenha metas claras e objetivas;
  • Crie cenários, simulações de Receita e Despesas, com visões de otimismo e conservador
  • Faça com que seu orçamento faça parte do plano estratégico da empresa
  • Estipule prazos para o orçamento;
  • Faça acompanhamento e reuniões de tomada de decisão